terça-feira, 31 de março de 2009

Rede Lavasecco oferece sacolas plásticas em ação

Com a missão de incentivar seus clientes a adotarem atitudes mais responsáveis, a rede de lavanderias Lavasecco preparou uma ação na qual serão distribuídas sacolas ecológicas, fabricadas com tecido de garrafas pet, que trazem a logomarca da campanha "Atitude Eco Lavasecco". A cada dez peças que os clientes enviarem para uma das 12 unidades da rede, darão direito a uma sacola.


Fonte: Meio & Mensagem

segunda-feira, 30 de março de 2009

Google corta 200 no marketing

Medida é a mais nova de uma série de demissões que têm afetado a empresa em 2009, por causa dos efeitos da crise econômica nas buscas pagas
27/03/2009 - 12:21

O Google irá cortar 200 empregos na sua área de vendas e marketing. A medida é a mais nova de uma série desde o início do ano, período no qual a recessão tem afetado o negócio de buscas pagas. E isso ocorre em um momento no qual o Google busca novas abordagens às agências e anunciantes para persuadi-los a abraçar o Youtube.

O Google já havia demitido 100 pessoas em janeiro e outros 40 em fevereiro, por causa do fechamento de seu negócio de venda de publicidade em rádio, que jamais saiu do papel.

A empresa como um todo teve, nos últimos dois anos, a duplicação do número de funcionários, saltando de 10.600 em 2006 para 22 mil no final de 2008.

Da AdAge.

Fonte: Meio & Mensagem

quinta-feira, 26 de março de 2009

Quem paga a conta do mobile marketing?

Tema dominou as primeiras sessões do Mobile Marketing Forum, nesta quarta-feira, 25, em São Paulo
Edianez Parente
25/03/2009 - 16:11

Quem paga a conta do anúncio no celular: o anunciante, a operadora ou o próprio cliente? Esta questão se mostrou alvo de opiniões diversas, e dominou boa parte dos painéis e discussões da primeira manhã do Mobile Marketing Forum (MMA) para a América Latina, nesta quarta-feira, 25, em São Paulo. O evento termina nesta quinta, 26.

Para Abel Reis, presidente da Agência Click, há um pensamento de mídia aberta contagiando anunciantes no Brasil no que diz respeito à gratuidade da mensagem veiculada nos sistemas móveis. "A mídia digital - e móvel - traz uma oportunidade de se pensar diferente; é preciso ter a iniciativa e oferecer algo que o consumidor pode pagar para ter acesso e participar de uma experiência", afirma Reis, completando que as marcas não são apenas estampas e não é preciso que se leve ao anunciante a obrigação de se pagar 100% do valor de entrega.

Já Kleber Tolezani, CTO da agregadora PMovil (dona do serviço de ringtones e truetones Toing, entre outras), acredita que as ações de mobile marketing têm de gerar utilidade para o usuário e não apenas expor a marca. Para ele, o usuário brasileiro já paga caro demais pelo serviço para ter de pagar também por ações de marketing. Ele diz que o mobile tem de ser visto como um meio e "que não adianta fazer uma ação promocional e cobrar R$ 15 por ela". Para ele, o SMS tem de ser usado com inteligência, para que não se sofra o desgaste sofrido com o e-mail marketing.

Em outro momento, Alberto Magno, da M1nd, ao apresentar suas soluções de transmissão de TV ao vivo pelo celular - cases com a TIM, em eventos como Carnaval carioca, XGames, SPFW e o TIM Festival de 2008 - destacou que o número de 4,3 milhões de usuários (no caso do TIM Festival) só foi atingido por se tratar de uma transmissão gratuita ao cliente bancada pela empresa. "A juventude que acessa a internet e que vai fazê-lo pelo celular não paga pelo conteúdo; o anunciante é que vai ter de pagar".

Mercado

Mike Wehrs, presidente e CEO da Mobile Marketing Association (MMA), fez a abertura do evento, com uma mensagem de otimismo, ao lembrar que o setor, em nível global, não vem sendo impactado de forma negativa diante da atual crise econômica. Todas as palestras, painéis e discussões foram permeadas pela premissa de que o potencial e crescimento dos mercados emergentes dão muito fôlego ao segmento, que contabiliza 4,1 bilhões de receptores no mundo.

Michael Becker, vice-presidente executivo de desenvolvimento de negócios da iLoop Mobile, dos Estados Unidos, mostrou cases recentes de ações de móbile marketing no mercado norte-americano, que mostrou em 2008 um crescimento de acesso de internet via celular de 27% - no Brasil, o índice estimado foi de 10%. De acordo com Becker, o desenvolvimento da modalidade passa necessariamente pela ampliação dos acessos móveis à web.

"Cerca de 70% das ligações para os serviços de atendimento ao consumidor são feitas inicialmente pelo celular. Esta é uma excelente oportunidade para armazenar os dados deste cliente e depois poder fazer seu follow-up", disse Becker.

Fonte: Meio & Mensagem

quarta-feira, 25 de março de 2009

Ponto de Criação cria para a Graacc

A agência Ponto de Criação assina a nova campanha do Graacc (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer), trabalhando com o conceito "Escolha de Coração". A ação conta com a união das empresas Wal-Mart e Procter & Gamble e funcionará da seguinte forma: durante todo o mês de março uma parte da renda de 11 produtos da Procter & Gamble (Ace, Duracell, Wellaton, Pampers, Oral B, Soft Color, Always, Gilette, Pantene, Koleston, Ariel) comprados em qualquer unidade do Wal-Mart será destinada à Graacc. Para incentivar o consumo desses produtos, as marcas terão um preço promocional.

A campanha contará com anúncios e produção de materiais de ponto-de-venda desenvolvido pela Ponto de Criação. As crianças que realizaram tratamento no Graacc e hoje em dia estão curadas, participam das peças publicitárias. "A proposta criativa era passar no visual a energia boa que as crianças irradiam por terem se tratado no GRAACC", diz a VP de criação Ana Paula Marques, em comunicado.

Fonte: Meio & Mensagem

Carro mais barato do mundo chegará ao mercado


Tata Motors estima colocar o modelo Nano no mercado indiano no mês de julho e, posteriormente, exportá-lo a outras nações; veículo deve ser vendido pelo valor de US$ 2 mil
24/03/2009 - 10:16



A partir do mês de julho o Nano - automóvel fabricado pela montadora indiana Tata Motors, que já foi apresentado ao mundo no início de 2008 como o carro mais barato do planeta - finalmente chegará ao mercado. A companhia anunciou que já está programada uma remessa de 100 mil unidades, que serão, inicialmente, vendidas sob encomenda e estarão disponíveis somente na Índia.

O valor inicial de venda estipulado pela companhia é de 100 mil rupias (que representam cerca de US$ 2 mil ou R$ 4,5 mil). Os interessados em adquirir o veículo deverão enviar o pedido à montadora entre os dias 9 e 25 de abril. Se a demanda ultrapassar o número de 100 mil interessados, os compradores serão escolhidos por sorteio.

De dimensões bem reduzidas (1,6 metro de altura e 3,1 metros de comprimento), o Nano foi projetado para se adequar ao complicado e caótico trânsito indiano. Logo que foi apresentado ao mercado, porém, o modelo despertou interesse mundial e há a idéia de exportá-lo para outros mercados.

Uma variante européia do modelo da Tata Motors deve ser lançada em 2011 e a companhia também avalia o investimento no mercado norte-americano, já que um carro mais barato seria uma boa opção em um período de crise e retração de consumo. Ainda não há ainda nenhuma previsão de que o Nano chegue ao mercado brasileiro. Caso isso aconteça, porém, com os impostos e custos de frete e importação, o modelo não seria vendido por menos de R$ 14 mil.

Com informações de O Estado de S.Paulo.


Fonte: Meio & Mensagem

segunda-feira, 23 de março de 2009

Ronaldinho Gaúcho e Nutrilite em prol das crianças

A promoção Every Kick Counts (Cada Chute Conta) faz parte do programa de responsabilidade social mundial One by One, da Amway, por meio da marca Nutrilitet. O projeto tem o apoio do jogador Ronaldinho Gaúcho: "A marca Nutrilitet tem um dos atletas mais conhecidos no mundo como porta-voz. Estamos em uma situação inigualável para motivar os fãs de futebol a se identificarem com nossas causas e a passarem a ser parte delas", afirma John Dykhouse, Gerente de Marketing da Amway Corporation, em comunicado.

A campanha é a favor das crianças necessitadas. Para participar basta reenviar uma mensagem virtual para os amigos, automaticamente. A cada mensagem enviada é feita uma doação às ONGs ligadas à infância no mundo todo. A intenção dos idealizadores do projeto é chegar a 10 milhões de chutes. O internauta acessa o site da promoção e é convidado a chutar uma bola virtual para os seus amigos, por meio de correio eletrônico, Facebook ou Orkut. O site também traz um marcador com o total de doações.

Fonte: Meio & Mensagem

Wish Comunicação cria o Guia de Direção Defensiva para mulheres

A Wish Comunicação e Marketing foi a agência escolhida para a produção do Primeiro Guia de Direção Defensiva e Segurança no Trânsito - Programa do Troféu sobre Rodas. O manual foi desenvolvido pela GM em parceria com a marca de cosméticos Mary Kay e tem por objetivo trazer dicas de direção defensiva e alertar as mulheres a respeito dos principais riscos do volante.

Fonte: Meio & Mensagem

Coca e J&J lideram ranking de marcas

O índice Brand Power Index analisa as opiniões de executivos norte-americanos, apontando queda na reputação de Starbucks, Pepsi, Microsoft e General Motors
20/03/2009 - 11:31

O índice Brand Power Index, da CoreBrand, que analisa 100 marcas para saber o grau de reputação e lembrança de cada uma, apontou a Coca-Cola na primeira colocação e a Johnson&Johnson em segundo, posições que elas têm mantido desde 2004. O estudo é feito junto a executivos de grandes corporações, em 49 segmentos da indústria.

Neste período, as quedas mais marcantes foram de Pepsi, que saiu do 4º lugar em 2005 para o 18º em 2008 (o item que mais teria pesado é a familiaridade); Starbucks, que saiu do 10º em 2007 para o 14º em 2008; General Motors, que caiu do 30º em 2005 para 41º, muito por causa das últimas notícias sobre sua saúde financeira; e Microsoft, que saiu de 26º em 2005 para 54º no ano passado. A Apple está somente na 91ª posição, 37 lugares abaixo da rival.

Além de Coca-Cola e Johnson&Johnson, o top 10 não mudou muito, garantindo espaço para marcas locais como Hershey, sopa Campbell e cartões Hallmark. A Kellogg, na décima posição, foi a única a entrar no top ten.

Da AdAge.
Fonte: meio & Mensagem

sexta-feira, 20 de março de 2009

Dove investe R$ 15 mi e lança redutor de pêlos


Desodorante feminino HairMinimising chega a todo o País neste mês de março e é formulado com componentes que prometem a redução gradual dos pêlos
19/03/2009 - 15:40



Na tentativa de auxiliar as mulheres na rotineira - e muitas vezes, penosa - atividade de depilação das axilas, a Unilever realizou um investimento de R$ 15 milhões para colocar no mercado nacional o Dove HairMinimising Redutor de Pêlos, um desodorante que tem na fórmula componentes que prometem enfraquecer e diminuir visivelmente os pêlos.


O lançamento oficial do produto foi realizado nesta semana, em São Paulo. O desodorante estará disponível em todo o País até o final do mês de março e poderá ser comercializado nas versões aerosol e roll-on, pelos preços sugeridos de R$ 14,10 e R$ 9,50, respectivamente.

Para testar o novo produto antes de colocá-lo no mercado, a marca contou com o apoio do Instituto Ipsos para a realização de uma pesquisa qualitativa com um grupo de doze consumidoras - entre elas, as atrizes Regiane Alves e Betty Lago, da Rede Globo - que ganharam o título de embaixadoras de Dove HairMinimising Redutor de Pelos no Brasil. De acordo com os resultados divulgados pela Unilever, a contínua utilização do produto mostrou efeitos visíveis de redução dos pêlos e maior facilidade na depilação.

O desodorante será divulgada por meio de uma campanha publicitária, que deve entrar no ar na segunda quinzena do mês de abril. A Ogilvy, agência responsável pelo atendimento de Dove, está trabalhando na criação da campanha, que deverá contemplar anúncios de mídia impressa em revistas de grande circulação e ações nos pontos-de-venda.

Fonte: Meio & Mensagem

quinta-feira, 19 de março de 2009

Peugeot reformula Ciclo de Comunicação

Projeto de relacionamento com o cliente é reestrurado, com assinatura da e|ou
18/03/2009 - 10:39

A e|ou assina o novo projeto de relacionamento da Peugeot com o seu cliente. O "Ciclo de Comunicação", que tem como principal objetivo fidelizar o cliente à marca, é realizado a partir do estudo do comportamento dos clientes e do mapeamento dos possíveis pontos de contato com a montadora.

A partir desse estudo de DBM, a agência definiu uma régua de comunicação pautada nesses diferentes momentos, desde o instante que consumidor adquire seu automóvel. Com todas as ações - cerca de 40 malas-diretas, 30 e-mails, 2 hotsites -, estima-se que a campanha tenha aproximadamente 1,7 milhões de impactos nos seis primeiros meses. O Ciclo tem abrangência nacional e pretende atingir mais de 223 mil clientes, localizados principalmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

"Algumas marcas só lembram dos clientes na hora em que precisam vender mais e perdem a oportunidade de se relacionar e fortalecer seus vínculos. Soubemos entender e respeitar esses diferentes momentos. Tem hora de informar, entregar conteúdo, agregar benefícios, serviços, escutar o cliente e tem também a hora certa para vender", explica Eduardo Soutello, responsável pelo planejamento do projeto.

Fonte: Meio & Mensagem

quinta-feira, 12 de março de 2009

As crises estimulam a criatividade ...



Fonte: Quatro Rodas-Novembro

Após lei seca, São Paulo poupa 4 vidas por semana

ALENCAR IZIDORO
RICARDO SANGIOVANNI
da Folha de S.Paulo

O número de mortes no trânsito da cidade de São Paulo atingiu no ano passado seu menor patamar desde 2004. Foram 1.463 mortos, 6,6% a menos que 2007, isso num ano em que a frota subiu 7%.

A redução foi causada, principalmente, pela lei seca. No primeiro semestre, quando ainda não estava em vigor, a queda era inferior a 1%.

No segundo semestre (a nova legislação passou a vigorar no dia 20 de junho), a redução das mortes superou 12% em relação ao mesmo período de 2007.

É como se a capital paulista tivesse, depois da proibição de dirigir após beber, poupado praticamente uma vida no trânsito a cada dois dias. Ou quase quatro por semana.

As estatísticas gerais fazem parte de balanço da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), baseado em indicadores do IML (Instituto Médico Legal).

A diminuição das vítimas, no entanto, ainda está aquém do impacto logo após a implantação do Código de Trânsito Brasileiro e da fiscalização da velocidade por radares, no final dos anos 90, quando chegou a haver queda anual superior a 20%.

Nesta década, a quantidade de mortes no trânsito teve outras variações, mas não igual à do segundo semestre de 2008.

A má notícia está ligada aos motociclistas, as únicas vítimas que continuaram a subir em 2008. Embora num ritmo menor do que nos anos anteriores, as mortes dos ocupantes de motos cresceram 2,6%.

No ano passado, a administração do prefeito Gilberto Kassab (DEM) chegou a anunciar algumas medidas para tentar reduzir os acidentes com motos, mas acabou recuando após repercussão negativa.

A prefeitura testou uma faixa exclusiva para motos na av. 23 de Maio. Mas, diante da piora significativa dos congestionamentos, desistiu da ideia logo no terceiro dia de testes.

A CET também anunciou que vetaria a circulação de motos na pista expressa da marginal Tietê, porém recuou após protestos dos motoboys.

O aumento drástico nas mortes de motociclistas ocorre há mais de uma década, ligado à expansão dessa frota e aos riscos desse tipo de transporte.

O problema, que já foi motivo de alerta até da OMS (Organização Mundial da Saúde), é alvo de cobrança de especialistas em trânsito por iniciativas mais drásticas do poder público.

Várias medidas já foram sugeridas por técnicos, embora não de forma consensual. Exemplos: criação de faixas exclusivas para motos e restrição à circulação delas nos estreitos corredores entre os carros.

Em 1997, as motos somavam 7,5% dos veículos e 10,8% das mortes no trânsito. Em 2008, 11,8% da frota e 32,7% das vítimas em acidentes viários.

Ressalvas

A melhoria da segurança viária na cidade após a lei seca repete tendência de outros indicadores (como a queda dos atendimentos hospitalares e das mortes nas estradas).

Especialistas fazem ressalvas, no entanto, às conclusões otimistas. Dizem que a lei só tende a ter impacto onde houver fiscalização rigorosa.

Não é à toa que há indicadores negativos, principalmente no interior do país, onde a estrutura de policiamento e de equipamentos é bem pior.

Na avaliação de técnicos, os benefícios também não estão consolidados como uma tendência permanente, podendo haver relaxamento no comportamento dos motoristas.

Alexandre de Moraes, presidente da CET, atribui a queda das mortes não só à lei seca como ao "aumento da fiscalização" pela companhia. Boa parte dos radares, porém, ficou fora de operação no final de 2008.

Fonte : Portal Uol

Unilever: marketing social que gera benefícios

Unilever: marketing social que gera benefícios
Simon Clif, CMO da Unilever, fez a primeira grande palestra do evento WFA/ABA Global Advertiser Week mostrando como o marketing da empresa tem buscado conciliar ações de sustentabilidade com objetivos de mercado
Robert Galbraith
11/03/2009 - 12:04

Como sintonizar sua empresa à necessidade de práticas sustentáveis sem comprometer resultados? Simon Clift, chief marketing officer da Unilever, demonstrou essa manhã no painel de abertura da WFA/ABA Global Advertiser Week como a multinacional tem adotado tais práticas de forma bem sucedida em suas diversas linhas de produto. No case que mais cativou a platéia, Clift contou sobre um programa adotado na Índia pela marca de sabonete Life Buoy que em cinco anos visitou 44 mil vilarejos no interior do país ensinando as comunidades os benefícios de se lavar as mãos com o produto antes das refeições e após uso de sanitários. Mais de 100 milhões de pessoas, sem acesso à mídia eletrônica, foram diretamente beneficiadas pelo programa reduzindo em 32% a mortalidade causada pela diarréia, que poderia na maioria dos casos ser prevenida com o simples ato de lavar as mãos.

Clift contou que William Lever, um dos fundadores da corporação, fez uma iniciativa semelhante na Inglaterra vitoriana em 1895 onde começou a incentivar o uso do sabonete que sua empresa fabricava para evitar a diarréia entre outros problemas e estimular a higiene. "Aquela Inglaterra não era muito diferente de partes da Índia que encontramos hoje. Isso mostra que esse comprometimento da Unilever com o bem estar social sempre foi um dos componentes do marketing da empresa desde seus primórdios", disse Clift, que revelou à platéia ter adotado um adolescente brasileiro em sua passagem no Brasil nos anos 90. Com a marca Dove, a linha seguiu a valorização da beleza real chamado "Self Esteem Fund" que foca sua comunicação na insegurança de adolescentes e jovens mulheres com sua própria beleza.

Na área de alimentação, programas de incentivo à alimentação saudável também estão na pauta como uma série de 13 programetes de cinco minutos produzidos em parceria com a Discovery Kids que os veicula em alguns países. Clift também contou sobre as políticas de incentivos da Unilever aos plantadores de chá que fornecem suas folhas para a produção da marca Lipton, destacando em seus pontos de venda que a compra do produto ajuda trabalhadores em países africanos e asiáticos. "Compramos hoje 4% da produção mundial dessa matéria prima", afirmou.

Fonte: meio & Mensagem

AgênciaClick desenvolve novo site para a AACD

A agência criou a primeira comunidade virtual do terceiro setor, que em apenas em dois meses já é um sucesso e apresenta números surpreendentes
Aline Bellatti Küller
11/03/2009 - 15:52

A AgênciaClick desenvolveu, voluntariamente, o projeto para o novo site da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente), com o propósito de proporcionar aos usuários maior interação com a instituição e promover a comunicação entre os próprios internautas. A intenção é que pessoas de qualquer lugar do Brasil - ou até mesmo do mundo - troquem experiências, esclareçam suas dúvidas e conversem com os profissionais da associação. Assim, tendo maior orientação, as pessoas poderiam ficar mais informadas, conhecer os serviços prestados pela associação sem a necessidade de deslocamento até uma unidade para descobrir se a entidade poderá ou não ajudar no tratamento.

Para colocar essa idéia em prática, a Click desenvolveu um projeto que tem como maior diferencial a criação de uma comunidade virtual por meio da utilização da ferramenta Ning. Essa tem uma ampla plataforma, possibilitando que os usuários tenham o próprio blog, participem de fóruns, postem fotos e vídeos.

O diretor de projetos da AgênciaClick, Fabiano D´Agostinho, afirmou que a essência das redes sociais é a conversação e engajamento, características comuns ao projeto da comunidade virtual da AACD. Outro fator que ajudou na idealização dessa ação é a grande participação dos brasileiros nessas redes sociais - eles gastam cerca de cinco horas por mês nessas ferramentas, tornando o Brasil líder desse segmento.

Em apenas dois meses no ar, a comunidade conta com 1.300 membros, espalhados pelo Brasil e em outros países. Um resultado considerado surpreendente pelos coordenadores do projeto, já que não foi realizada nenhuma ação de divulgação da mesma - a única maneira de conhecer o aplicativo era acessando o site da AACD.

Jayme de Paula Jr, diretor voluntário da AACD, contou que o projeto começou a ser pensado há dois anos, em um processo demorado e que teve a preocupação de se atender a demanda corretamente. Por esse mesmo motivo não será realizada nenhuma campanha para divulgar a comunidade, pois existe o temor que a procura aumente demasiadamente. Atualmente já existem 32 mil pessoas na fila esperando por atendimento.

A AACD realiza mais de um milhão e duzentos mil atendimentos anuais e continua investindo para aumentar sua capacidade, pois além dos novos pacientes existem os antigos que nunca deixam de utilizar os serviços da instituição, só que agora com menor freqüência. A entidade conta com apoio de empresas, que realizam doações e retribui divulgando a marca das mesmas no seu site e nos postos de atendimento.

Fonte:Meio & Mensagem

quarta-feira, 11 de março de 2009

PIB do Brasil tem recuo histórico no 4º trimestre

Embora tenha registrado um crescimento total de 5,1% em relação a 2007, Produto Interno Bruto do País sofreu os efeitos da crise e obteve o maior recuo trimestral desde o ano de 1996
10/03/2009 - 11:14

A temida crise econômica global mostrou os seus efeitos concretos no País no último trimestre de 2008. Nos meses de outubro, novembro e dezembro, o PIB (Produto Interno Bruto) do País atingiu a quantia de R$ 2,889 trilhões, movimentando um total de R$ 747,152 bilhões. Os valores são 3,6% menores do que o PIB registrado no terceiro trimestre de 2008, o que configura o maior recuo econômico desde que os índices começaram a ser medidos, em 1996. Os dados econômicos consolidados do PIB foram divulgados nesta terça-feira, 10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar dessa desaceleração, ao considerar todo o ano de 2008, o PIB nacional foi 5,1% maior do que o de 2007, impulsionado pelos bons resultados obtidos até o mês de setembro, quando a crise econômica eclodiu nos Estados Unidos e, consequentemente, foi afetando os países desenvolvidos do globo.

O setor industrial obteve um crescimento de 4,3% em relação aos dados de 2007, embora, no último trimestre do ano passado, tenha caído 7,4% em relação ao montante movimentado no terceiro trimestre. Já o setor de serviços apresentou um crescimento de 4,8% em relação ao ano de 2007 e o setor agropecuário fechou o ano passado com um montante 2,2% maior do que o movimentado em 2007.

O consumo das famílias também refletiu a retração econômica do último trimestre do ano e registrou queda de 2% em relação ao índice do trimestre anterior. Em relação a todo o ano de 2008, porém, o consumo familiar no Brasil foi 5,4% maior do que o de 2007, o que colaborou para um bom resultado no montante geral do Produto Interno Bruto, considerando todo o ano de 2008.

Fonte:
Meio & Mensagem

sexta-feira, 6 de março de 2009

Facebook anuncia reformas em sua página

O site quer ficar mais ágil, tendo o Twitter como modelo; para isso, estréia um novo design em 11 de março; saiba o que muda
Felipe Turlão
05/03/2009 - 11:35

O Facebook, rede social com mais de 175 milhões de usuários no mundo, terá uma nova cara para sua homepage, em uma tentativa de tornar o serviço mais rápido e prover uma plataforma de comunicação para marcas. Com estréia no próximo dia 11 de março, a página focará na velocidade das atualizações, que poderão ser filtradas e organizadas pelo usuário.

A primeira mudança é a ferramenta Fluxo. Ela mostra todas as publicações de seus amigos em tempo real, oferecendo a possibilidade de controlar quais pessoas podem aparecer na página. Se quiser evitar, por exemplo, as atualizações de quem não lhe interessa, isso será possível. A nova home permitirá aos usuários saber o que está acontecendo em tempo real, sem contar com o controle que eles terão sobre a maneira como receberão as atualizações. Antigamente, as mudanças eram informadas entre 10 a 15 minutos e agora será instantâneo.

É um mecanismo parecido com o Twitter, como bem aponta o jornal britânico Times. O Facebook havia tentado comprar o rival por US$ 500 milhões no ano passado.

A segunda mudança é que a homepage terá um caixa de status de atualização chamada de "Editor", com a pergunta: ""What´s on your mind (O que passa pela sua cabeça)". É um espaço para que os outros saibam o que você está pensando. Ali, os usuários poderão postar comentários, subir fotos ou vídeos e links para matérias e por aí vai. As publicações serão exibidas no seu perfil e nas páginas iniciais de seus amigos.

Outra novidade é a inserção de controles de filtros para que os usuários possam bloquear atualizações de outros e visualizar somente determinados tipos de conteúdos, como fotos, por exemplo. Outra opção é restringir a transmissão de updates para alguns amigos escolhidos.

Plataforma
O Facebook pretende ser também uma plataforma para empresas e personalidades públicas, para que elas possam se relacionar com o público. Essas páginas públicas serão parecidas com as pessoais e poderão ter update nos espaços de cada pessoa, caso ela deseje e sem a necessidade de se tornar amigo.

fonte: Meio & Mensagem

quinta-feira, 5 de março de 2009

MP quer tirar brinquedos de fast food

McDonald's, Burguer King e Bob's receberam recomendação do Ministério Público para suspender a venda de brinquedos atrelada aos ítens de seus cardápios
04/03/2009 - 12:15

Os tradicionais brinquedos e brindes que acompanham os sanduíches das redes de fast food McDonald's, Burguer King e Bob's podem estar com os dias contados. O Ministério Público Federal recomendou, nessa última terça-feira, 3, que as três corporações suspendam a venda promocional de brinquedos em suas unidades.

A recomendação também foi enviada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e foi justificado pela idéia de que tais promoções poderiam estimular o público infantil a um consumo desmedido de alimentos não-saudáveis.

De acordo com o procurador da República e autor da recomendação, Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, os métodos utilizados para vender e divulgar os brinquedos os vincula diretamente aos itens do cardápio das redes de fast food - que, em sua maioria, são compostos por sanduíches e alimentos de alto valor calórico. De acordo com o Ministério Público, o fato de associar a necessidade de comer para poder adquirir o brinquedo poderia tornar a criança viciada nesse tipo de alimentação. O procurador ainda afirma que tal procedimento de venda estaria desrespeitando o Código de Defesa do Consumidor, no item que veta o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil".

Após o recebimento da recomendação do MP, as três marcas possuem dez dias para responder à ordem e dar o seu posicionamento oficial. Até o momento, os três anunciantes alegam ainda não ter recebido o documento do Ministério, que recomenda a suspensão da promoção dos brinquedos.

Há anos as redes de lanchonetes casam a venda de seus produtos com brinquedos e itens que remetem a personagens de desenhos animados. Caso a recomendação do MP seja acatada, as tradicionais promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", que combinam sanduíche, batata-frita e refrigerante e vem com um brinquedo surpresa, não poderiam mais ser vendidas da forma como atualmente são.

O McDonald's já chegou a debater esse mesmo assunto com o MP, assinado, em 2006, um acordo que previa a venda separada dos brinquedos oferecidos nas ofertas do "Mc Lanche Feliz". No entanto, a ordem do Ministério, desta vez, planeja banir definitivamente o vínculo dos brinquedos com os cardápios das redes de fast food.

Com informações da Agência Estado.

fonte: Meio & Mensagem

Otimismo na indústria de chocolates

Abicab estima faturamento de R$ 828 milhões na Páscoa deste ano
André Lucena
04/03/2009 - 19:12

Em coletiva realizada na manhã desta quarta-feira, 4, a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados) revelou expectativas otimistas para a Páscoa deste ano. De acordo com a entidade, a indústria deve faturar cerca de R$ 828 milhões no período pascal.

"Esta é uma indústria presente na vida dos brasileiros e deve apresentar faturamento de R$ 828 milhões nesta Páscoa. Isto representará crescimento de 8% em relação ao faturamento da mesma época no ano passado, que registrou R$ 767 milhões", conta o vice-presidente da área de comunicações da Abicab, Luis Felipe Rego.

Na previsão da Abicab, a produção de ovos de chocolate terá um aumento de 4,8% em relação ao ano anterior. No total das 24 mil toneladas produzidas nesta Páscoa, 21 mil será de ovos industriais e 3 mil de produção artesanal, que representam aproximadamente 113 milhões de unidades. A estimativa da associação é que o Brasil produza 329 toneladas de chocolate em todo o ano de 2009, sendo 7% deste total em ovos.

Segundo Getúlio Urulino Netto, presidente da Abicab, a indústria de chocolates conta com 600 mil pontos-de-venda espalhados pelo País. Na aferição por regiões, São Paulo representa 45% do consumo na Páscoa. A região Sul, por sua vez, representa 20%. Em seguida está Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, com 18%; Centro-Oeste e Distrito Federal, com 9%; e Norte e Nordeste, com 8%.

O vice-presidente de mercado da Abicab, Ubiracy Fonseca, afirma que a crise não afeta o mercado de ovos de chocolates. "Os fabricantes planejam suas estratégias de Páscoa com muita antecedência e por este motivo a crise não afetou suas produções", explica.

Fonte: Meio & Mensagem

terça-feira, 3 de março de 2009

Mercado publicitário cresce 12,8% em 2008

Com investimentos de R$ 29 bilhões, resultado comprova que a crise não afetou o desempenho da indústria
Eliane Pereira
02/03/2009 - 19:51

A forte desaceleração da economia brasileira em novembro e dezembro não foi suficiente para comprometer o desempenho do mercado publicitário no ano. Fechados os números do Projeto Inter-Meios relativos a 2008, o total de investimento publicitário registrou crescimento de 12,8% em relação a 2007, chegando a R$ 29,4 bilhões (ou US$ 16,2 bilhões). O cálculo já inclui as verbas destinadas à produção de peças publicitárias.

Se descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, usado pelo governo para fixar a meta de inflação anual), o crescimento real foi de 6,7%. Com esse resultado, o mercado brasileiro passa a figurar entre os cinco maiores do mundo, ao lado dos Estados Unidos, Japão, Alemanha e Reino Unido (considerando-se os dados referentes a 2007 sobre o mercado publicitário mundial, de acordo com relatório da ZenithOptimedia).

O Projeto Inter-Meios mede os investimentos feitos em mídia pelos anunciantes, a partir de dados fornecidos pelos próprios veículos, que informam aos auditores da PricewaterhouseCoopers seus números de faturamento. Atualmente participam do projeto 399 empresas de comunicação, que recebem cerca de 90% das verbas investidas em mídia no País. A partir daí é calculado o valor dos 10% restantes e acrescido o investimento na produção das peças publicitárias, estimado em 19% do bolo publicitário total.

A Olimpíada de Pequim e as eleições municipais, aliadas ao bom desempenho da economia ao longo de dez dos 12 meses do ano, foram os principais fatores que contribuíram para o resultado positivo. Vale destacar que, no acumulado dos três primeiros trimestres de 2008, o mercado registrava crescimento médio de 15,8%. Os primeiros a sentir os efeitos da crise foram jornais e revistas, que apresentaram desempenho negativo já em novembro. Em dezembro, a maré vazante pegou também cinema e guias e listas, sendo que os demais meios sentiram a desaceleração do crescimento que vinham experimentando.

Para 2009, os prognósticos estão cautelosos. Os números iniciais são positivos, mas é bom lembrar que o primeiro trimestre suscita expectativas mais modestas. Executivos de veículos avaliam que o grande teste será mesmo o segundo trimestre, que vem carregado de datas comerciais significativas, como Dia das Mães, dos Namorados e Páscoa.

A fatia de cada um
Para o mercado publicitário o ano passado foi ótimo, pelo menos até outubro. O meio que mais cresceu, a exemplo do que tem acontecido nos últimos cinco anos, foi a internet, com 44,2%. Em segundo lugar aparece a TV por assinatura, com 25,5%. Mas quem continua com a maior parte do bolo (58,8%) é a TV aberta, que apresentou crescimento em linha com a média do mercado. Em valores, o meio faturou R$ 12,6 bilhões no ano passado, 12% a mais que os R$ 11,2 bilhões de 2007.

O diretor nacional de vendas do SBT, Henrique Casciato, garante que 2008 foi muito bom para a emissora, com crescimento de 13% em relação ao ano anterior. Segundo ele, o SBT não sentiu os efeitos da crise em novembro e dezembro. "Começamos com o pé direito em 2009, tivemos um ótimo primeiro bimestre, ultrapassamos a meta determinada. Se formos projetar por compromissos já acordados para 2009, teremos um bom ano", comemora.

Em situação de empate técnico, rádio e cinema registraram o terceiro maior índice de crescimento entre todos os meios, com 17,6% e 17,5%, respectivamente. Entretanto, o cinema, com R$ 88,3 milhões de faturamento, corresponde a apenas 0,4% do total de verbas publicitárias, enquanto que o rádio, com R$ 902,4 milhões, garante uma fatia de 4,2%, percentual que vem se mantendo estável nos últimos quatro anos.

O resultado do rádio está em linha com o esperado, na opinião de José Luiz Nascimento Silva, diretor de mercado e novos negócios do Sistema Globo de Rádio. Ele lembra que o meio apresentou crescimento superior a 25% no primeiro semestre. "O fantasma da crise, a partir de outubro de 2008, provocou retração nos investimentos, deteriorando este crescimento e fechando o ano com 18%, aproximadamente. O desempenho do Sistema Globo de Rádio em 2008 foi em linha com o crescimento do bolo publicitário na região Sudeste", afirma.

Também Marcelo Silveira, vice-presidente da Kinomaxx (que comercializa espaços publicitários em salas de cinema), considera que os números do meio ficaram dentro do esperado. Sua empresa, que vinha bem até outubro, sentiu o impacto da crise e acabou o ano empatando com o faturamento do ano anterior. "Vários clientes que costumavam anunciar no fim do ano reduziram investimentos em cinema e outros não fizeram nada", comenta.

A previsão é de muito trabalho para fechar negócios em 2009. "No começo do ano costumamos vender pacotes de mídia antecipados, mas percebemos que as empresas estão procurando evitar comprometer suas verbas com antecedência, preferindo fechar negócios mês a mês", explica.

No vermelho
Das mídias pesquisadas pelo Projeto Inter-Meios, apenas Guias e Listas teve decréscimo de investimento - foram R$ 463 milhões em 2008, 8% menos que os R$ 493 milhões do ano anterior. Com isso, a participação do meio caiu para 2,2% do total. "O resultado não foi o que esperávamos. Tínhamos uma expectativa de crescimento e não de empate da receita, como foi o caso da Oesp Mídia", admite Carlos Alberto Pires, diretor-geral da empresa.

Segundo ele, o fato que influenciou esse resultado foi a inadimplência dos anunciantes, que ficou na casa dos 13%, ante os 6% a 8% estimados inicialmente. "No ramo de guias e listas isso nos deixa vulneráveis demais, pois não termos como tirar da publicação o anúncio do cliente que não nos paga", lamenta, ao adiantar que o mês de novembro foi "o pior da história" da Oesp Mídia e que dezembro foi bom, mas não o suficiente para compensar a queda do mês anterior.

"Janeiro apresentou crescimento de 25% em relação ao ano passado. Foi fantástico e ficamos muito otimistas, porém fevereiro estava abaixo do esperado. Como 90% da nossa receita advêm das pequenas e médias empresas e nosso contrato é de 12 parcelas, nosso quadro de vendas terá a missão de vender com crise ou sem crise", afirma.
Fonte : Meio & Mensagem

Oi divulga projetos que ganharão patrocínio

Programa Patrocínios Culturais Incentivados 2009 selecionou 132 projetos que serão financiados, parcialmente ou totalmente, de acordo com leis de incentivo à cultura dos estados e municípios
02/03/2009 - 17:55

O Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados 2009 já escolheu os projetos que irá patrocinar esse ano, investindo um valor de R$29,2 milhões através de leis de incentivo estaduais e municipais à cultura. Foram contemplados 132 projetos, dos 4,3 mil inscritos, nos estados do Rio de Janeiro, Ceará, Bahia, Minas Gerais, Pará, Piauí, Paraíba, Rio Grande do Norte e São Paulo.

Todos os projetos selecionados foram avaliados por comissões especializadas nas diversas áreas concorrentes, como: cinema, artes visuais, longas-metragens, obras de teatro, shows de música, festivais de dança, novas tecnologias, cultura popular,literatura e patrimônio. A confirmação do patrocínio está ligada com a entrega de certificados válidos nas leis estaduais e municipais de incentivo à cultura.

Novamente a Oi Futuro, organização sem fins lucrativos que atua na área de responsabilidade social, é a responsável pela gestão do Programa, que considera alguns aspectos para escolher seus participantes, como: capacidade de geração de novas platéias, de renda, de criação de novas oportunidades de trabalho e de formação de artistas. As iniciativas que valorizam talentos regionais e possibilitam troca entre arte e tecnologia, também são valorizadas pelo programa.

Confira a lista do selecionados no site da empresa.

Fonte: Meio & Mensagem